Autor: adminFamiliaAPV

  • Artigo – como contribuir

    Como contribuir

    Existem diferentes formas de fazer parte do Amor pela Vida

    O Amor pela Vida está construindo projetos de prevenção, educação, conscientização e mobilização social. Pessoas, empresas e organizações podem participar dessa construção de diferentes maneiras — contribuindo diretamente, apoiando campanhas específicas ou colocando conhecimento, estrutura e capacidade profissional a serviço das iniciativas.

    Em todas as modalidades, buscamos deixar claros o objetivo da participação, a destinação prevista dos recursos e, quando houver, as contrapartidas associadas à iniciativa.

    Campanhas e conteúdos

    Escolha uma iniciativa para apoiar

    Alguns projetos do Amor pela Vida possuem campanhas próprias de mobilização e captação. Cada uma nasce com um objetivo específico, um estágio de desenvolvimento e necessidades próprias.

    Dependendo da iniciativa, a participação pode estar associada a conteúdos, materiais educativos ou outros ativos desenvolvidos para a campanha. Nesses casos, o que está sendo oferecido, a natureza da participação e a finalidade dos recursos serão apresentados de forma clara antes da conclusão da operação.

    Assim, quem participa pode conhecer não apenas a campanha, mas também o que ela pretende viabilizar e em que etapa o projeto se encontra.

    O seu trabalho também pode ajudar a ampliar nosso impacto

    A construção de um projeto social não depende apenas de recursos financeiros. Conhecimento, tecnologia, comunicação, educação, pesquisa, infraestrutura, serviços profissionais e capacidade de mobilização também podem contribuir para transformar boas ideias em projetos viáveis.

    Se você representa uma empresa, organização ou iniciativa e acredita que sua área de atuação pode somar competências, ampliar alcance, fortalecer projetos ou contribuir para a capacidade de captação do Amor pela Vida, queremos conhecer sua proposta.

    Buscamos parcerias que façam sentido para os objetivos de cada iniciativa e que possam gerar valor social por meio de apoio técnico, institucional, estratégico ou financeiro.

    Conte-nos quem você é, como atua e de que maneira acredita que pode contribuir.

      Contribuição direta (PIX)

      Contribua independentemente de uma campanha

      Também é possível contribuir diretamente com o Amor pela Vida, sem vincular sua participação a uma campanha específica.

      Esses recursos apoiam o desenvolvimento e a execução das iniciativas sociais do projeto, conforme suas necessidades e finalidades institucionais, podendo contribuir para atividades como produção de conteúdos, estruturação técnica, desenvolvimento de projetos e demais etapas necessárias à sua implementação.

      A evolução da captação e a destinação dos recursos serão apresentadas em nossa área de Transparência, conforme os projetos avancem.

      CHAVE PIX

      CHAVE PIX: 05.527.226/0001-69
      NOME: Amor pela Vida – IDELB

      CONTA BANCÁRIA NO BRASIL

      BANCO DO BRASIL S/A
      Conta Corrente nº 20.098-0
      Agência nº 2962-9 – (FARIA LIMA)
      Favorecido: Projeto Humanitário de Responsabilidade Social – Amor pela Vida

      DADOS PARA TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA DO EXTERIOR, UTILIZAR:

      Código: IBAN: BR7400000000029620000200980C1
      Identificador: SWIFT do BB: BRASBRRJSBO
      Instituição Financeira: Banco do Brasil S/A
      Nome: Amor pela Vida – IDELB

      ATENÇÃO:

      Solicitamos a gentileza de enviar o comprovante da transferência realizada via e-mail: idelb@idelb.org.br

      Antes de realizar sua contribuição, confira sempre se o beneficiário exibido pelo seu banco corresponde ao IDELB.

      Para onde vai sua contribuição?

      Os recursos recebidos serão destinados às finalidades e etapas previstas para os projetos do Amor pela Vida. À medida que a captação e a execução avancem, publicaremos informações sobre valores recebidos, destinação, etapas financiadas e evolução das iniciativas.

      Quando uma contribuição estiver vinculada a uma campanha específica, sua finalidade será apresentada na própria página da campanha.

       

      Contribuir também é acompanhar.

      Queremos construir uma relação baseada em clareza, responsabilidade e transparência. Por isso, cada nova campanha será apresentada com seu objetivo, estágio de desenvolvimento e forma de participação, permitindo que apoiadores e parceiros acompanhem a evolução das iniciativas que ajudam a tornar possíveis.

    • Artigo – O problema (artigo)

      A causa: prevenção, cuidado e redução de estigmas

      O uso de álcool e outras drogas é um tema complexo, que não pode ser compreendido apenas como uma questão de escolha individual, criminalidade ou comportamento. Ele envolve saúde, contexto social, vínculos familiares, acesso à informação, oportunidades, condições de vida e diferentes graus de vulnerabilidade.

      Por isso, falar sobre drogas exige uma abordagem que combine prevenção, educação, cuidado, redução de estigmas e reintegração social. Prevenir significa agir antes que situações de risco se agravem; cuidar significa reconhecer quando uma pessoa precisa de apoio; e humanizar significa enxergar o indivíduo para além de sua relação com uma substância.

      “A causa: prevenir o uso de drogas e ampliar caminhos de cuidado”

      O que os dados mostram

      O III Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira, realizado pela Fiocruz em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, foi concebido para representar a população brasileira de 12 a 65 anos, inclusive em municípios pequenos e regiões de fronteira. O estudo analisou não apenas substâncias ilícitas, mas também álcool, tabaco, medicamentos e diferentes aspectos associados ao uso de substâncias.

      Nos 12 meses anteriores à pesquisa, 3,2% da população brasileira de 12 a 65 anos declarou ter utilizado alguma substância ilícita, o equivalente, à época, a aproximadamente 4,9 milhões de pessoas. Entre jovens de 18 a 24 anos, essa proporção chegou a 7,4%, mostrando que a exposição e o consumo não se distribuem igualmente entre as faixas etárias.

      A maconha apareceu como a substância ilícita mais experimentada: 7,7% dos brasileiros entre 12 e 65 anos relataram já tê-la utilizado alguma vez na vida. A cocaína em pó apareceu em seguida, com 3,1% de uso ao menos uma vez na vida.

      Prevenir é agir antes da crise.

      Para o Amor pela Vida, dados ajudam a entender onde estão os riscos e a construir ações educativas mais responsáveis, especialmente para crianças, jovens, famílias e comunidades.

      No caso do crack e substâncias similares, aproximadamente 1,4 milhão de pessoas relataram já ter feito uso alguma vez na vida, o que correspondia a cerca de 0,9% da população estudada. A própria Fiocruz alerta, porém, que esse resultado deve ser interpretado com cautela: por se tratar de um inquérito domiciliar, a pesquisa não alcança adequadamente populações sem residência regular, pessoas em situação de rua, abrigos ou outras condições de maior vulnerabilidade — justamente grupos nos quais o uso de crack pode ser mais frequente.

      Esse ponto é especialmente importante. Dados epidemiológicos ajudam a dimensionar o problema, mas não contam toda a história. Certos padrões de uso estão diretamente relacionados a contextos de exclusão social, dificuldade de acesso a serviços, ruptura de vínculos e condições de vida que tornam algumas pessoas menos visíveis aos levantamentos tradicionais. A própria produção da Fiocruz sobre crack ressalta a relação entre exclusão social e a necessidade de políticas e linhas de cuidado específicas.

      A pessoa é maior do que o problema.

      Falar sobre drogas também exige enfrentar estigmas. Humanização, respeito e reintegração social fazem parte de uma resposta mais completa ao uso problemático de substâncias.

      Drogas ilícitas não são o único desafio

      Um dos achados mais relevantes do levantamento é que o debate sobre drogas não pode ficar restrito às substâncias ilícitas.

      O álcool aparece como um dos principais desafios de saúde pública. Mais da metade da população de 12 a 65 anos declarou já ter consumido bebida alcoólica, e aproximadamente 46 milhões de pessoas — 30,1% da população estudada — haviam consumido álcool nos 30 dias anteriores à pesquisa. Cerca de 2,3 milhões de pessoas apresentaram critérios compatíveis com dependência de álcool nos 12 meses anteriores ao levantamento.

      O estudo também identificou impactos associados ao consumo de álcool em situações de violência e trânsito. Entre os homens, cerca de 14% relataram ter dirigido após consumir bebida alcoólica no ano anterior à entrevista; entre as mulheres, a estimativa foi de 1,8%.

      Outro dado relevante diz respeito aos medicamentos utilizados sem prescrição ou de forma diferente da orientação médica. Nos 30 dias anteriores à pesquisa, 0,6% da população relatou uso não prescrito de analgésicos opiáceos, enquanto 0,4% relatou uso semelhante de tranquilizantes benzodiazepínicos.

      Esses números mostram que falar sobre prevenção significa olhar para um conjunto amplo de comportamentos e substâncias, e não apenas para aquilo que é ilegal.

      Por que prevenção importa

      A prevenção não começa quando uma dependência já está instalada.

      Ela começa antes: com informação de qualidade, educação, fortalecimento de vínculos, desenvolvimento de autonomia, reconhecimento de situações de risco e acesso a ambientes capazes de proteger crianças, adolescentes, jovens, famílias e comunidades.

      Isso é particularmente relevante quando se observa que o uso de substâncias ilícitas no ano anterior à pesquisa foi proporcionalmente mais elevado entre jovens adultos.

       

      Um problema que exige respostas diferentes

      Não existe uma única solução para uma realidade tão diversa.

      Crianças precisam de educação e proteção antes da exposição. Jovens precisam de informação adequada ao seu contexto e de espaços seguros para conversar. Famílias precisam de orientação. Pessoas que já apresentam uso problemático podem precisar de apoio profissional e redes de cuidado. Pessoas em situação de maior vulnerabilidade social podem necessitar de respostas intersetoriais que envolvam saúde, assistência social, educação, trabalho e reintegração.

      É por isso que uma abordagem consistente precisa combinar:

      • prevenção, para reduzir riscos antes que situações mais graves se desenvolvam;
      • educação, para ampliar conhecimento e capacidade de escolha;
      • cuidado, quando já existe sofrimento ou uso problemático;
      • humanização, para reduzir estigmas e preservar direitos;
      • reintegração social, para ampliar autonomia e oportunidades;
      • dados e avaliação, para que ações sejam orientadas por evidências e não apenas por percepção.

      Onde o Amor pela Vida se posiciona

      O Amor pela Vida está sendo estruturado justamente dentro dessa visão mais ampla.

      Seus projetos buscam atuar em diferentes momentos dessa jornada: da educação preventiva e produção de conteúdos à construção de campanhas, articulação com parceiros e desenvolvimento futuro de novas formas de apoio e cuidado.

      O ponto de partida é simples: prevenir antes da crise, informar com responsabilidade e reconhecer a pessoa para além do problema.

      Não se trata de prometer resultados antes que existam, mas de construir iniciativas capazes de responder, gradualmente, a desafios que os dados mostram serem reais e diversos.

      Conheça os dados completos

      Os números apresentados neste artigo são apenas parte de um levantamento muito mais amplo. O III Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira, da Fiocruz, reúne centenas de páginas de metodologia, dados epidemiológicos e análises sobre diferentes substâncias e grupos populacionais.

      Informação precisa gerar caminhos de cuidado.

      O Amor pela Vida busca transformar conhecimento em conteúdos, campanhas e projetos capazes de aproximar prevenção, orientação e redes de apoio de quem precisa.

      Prevenção também não significa simplesmente produzir mensagens de medo ou condenação. Informações exageradas ou moralizantes podem afastar justamente quem mais precisa de orientação. Uma abordagem preventiva responsável precisa ser clara, baseada em evidências e adequada à realidade das pessoas com quem dialoga.

      Cuidar também significa reduzir estigmas

      Quando o uso de uma substância já faz parte da vida de alguém, a discussão muda.

      A pessoa não deixa de ter identidade, vínculos, projetos, capacidades ou direitos porque enfrenta uma situação relacionada ao uso de drogas. Por isso, cuidado e reintegração social precisam caminhar ao lado da prevenção.

      O estigma pode dificultar a procura por ajuda, ampliar a exclusão e reduzir oportunidades de trabalho, convivência e reconstrução de vínculos. Combater representações desumanizantes não significa minimizar os riscos das drogas; significa reconhecer que o problema precisa ser enfrentado sem transformar a pessoa no próprio problema.

      Essa é uma distinção fundamental para o Amor pela Vida.

      O objetivo não é romantizar o uso de substâncias, mas contribuir para uma cultura em que seja possível falar de riscos, prevenção, tratamento, vulnerabilidade e recuperação com mais informação, responsabilidade e respeito.

    • Governança – Projeto Humanitário Amor pela Vida

      Governança do Projeto Humanitário de Responsabilidade Social – Amor pela Vida

      Construindo uma estrutura responsável

      A estrutura de governança encontra-se em desenvolvimento. Novas funções e instâncias serão publicadas à medida que forem formalmente constituídas.

      “Acreditamos que a informação, dignificação e prevenção fortalecem pessoas antes que situações de risco se tornem crises.”

      Membros do Instituto

      Presidente e Fundador

      Josué dos Santos Ferreira

      Responsável pela liderança institucional do projeto e pela articulação de suas iniciativas.

      Embaixadores Eméritos

      Embaixador emérito

      Pianista e Maestro João Carlos Martins

      Embaixador cultural

      Embaixador emérito

      Prof .Dr. Ives Gandra da Silva Martins

      Embaixador cultural

      Embaixadores Parceiros/Estruturais

      Embaixador estrutural

      Dr. Pablo Miguel Roig

      Médito Psiquiatra especialista em programas de prevenção e tratamento de dependentes químicos

      Colaborador voluntário

      Fernando Giraldi

      Responsável pela comunicação visual do projeto e infraestrutura digital

      Embaixador estrutural

      Prof. Dr. Gruilherme Amorim

      Advogado parceiro  às causas do Projeto

      Embaixador estrutural

      Prof. Dr. Luciano Petricelli

      Tecnologia, infraestrutura e apoio de inteligência e tecnologia

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